Era só o que faltava. Inteligência Artificial está criando música

Era só o que faltava. Inteligência Artificial está criando música

Se você já estava impressionado ao ver o MidJourney reproduzir fotos do papa usando roupas de grife, vai cair da cadeira quando descobrir que já está disponível no YouTube, um vídeo do Michael Jackson cantando “Zona de Perigo”, hit do Carnaval Brasileiro. Tudo isto, é claro, feito com inteligência artificial (IA).

A última evolução dos serviços de IA é a criação de músicas. Diferente do AutoTune, o software que “afina” a voz dos cantores pra não divulgar as semitonadas que eles davam nas gravações dos álbuns, agora é possível criar do zero, a voz do Luciano Pavarotti cantando Enter Sandman ao lado do James Hetfield. Também é possível para que seja composta a trilha para um programa de rádio usando guitarras distorcidas e um contrabaixo tocado com palheta e o sistema faz isto no lugar do compositor arranjador.

Várias plataformas já estão, aos poucos, sendo apresentadas ao público, como o MusicLM, Synthesizer e o Voicemod. Alguns serviços estão disponíveis para serem testados e outros estão restritos a um seleto grupo de “testadores” e nós podemos ver os resultados dos trabalhos, apenas. Os usuários mais habilidosos conseguem sintetizar a voz de cantores famosos para executar faixas que eles nunca cantaram. Como Michael Jackson cantando Zona de Perigo (Assista aqui) ou Freddie Mercury cantando Yesterday (Assista aqui).

Como tudo isto ainda é novidade, não temos opinião formada sobre os limites legais de usar a voz sintetizada de alguém para produzir um material artístico como este. A tendência é que esta utilização seja permita desde que seja devidamente indicado que a criação foi feita por estes mecanismos. Se os usuários vão adotar esta ética, é outra história.

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