Streaming cresce no Brasil, mas quase 90% dos artistas não recebem nada do Spotify

Streaming cresce no Brasil, mas quase 90% dos artistas não recebem nada do Spotify

O mercado de streaming de música atingiu 4,8 trilhões de reproduções em 2024, em todo o mundo. O número representa um aumento de 14% em relação ao ano anterior. Segundo a Luminate, o crescimento foi maior fora dos Estados Unidos. O Brasil ganhou destaque com a busca por artistas  como Anitta e Alok que têm fortalecido a música nacional no exterior.

No Brasil, sertanejo e funk lideram nas playlists dos usuários, enquanto rap e MPB estão em crescimento. Embora o país tenha um papel crescente no mercado global, sem mudanças nos modelos de remuneração das plataformas, os desafios financeiros para artistas independentes devem persistir.

Apesar disso, o cenário para artistas independentes não é muito otimista. Das 202 milhões de faixas nos serviços de streaming, 93,2 milhões foram reproduzidas no máximo dez vezes, e 86,88% não geraram receita. A principal plataforma de streaming de música, o Spotify só paga royalties para faixas com mais de mil streams anuais, o que dificulta a sustentação de pequenos artistas.

Luminate

A Luminate é uma das referências globais em análise de dados sobre a indústria do entretenimento. Sua capacidade de medir consumo de música, cinema e televisão permite a artistas, gravadoras e empresas do setor adotarem estratégias baseadas em informações precisas.

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