O que fala mais alto no marketing: o hype ou a ideologia?
Dino Cardoso e Ale Koga receberam Guilherme Sachi, especialista em publicidade e marketing, no 100 OFENSAS. Eles discutiram a intencionalidade por trás das campanhas publicitárias que flertam com a polarização política e o hype nas redes sociais.
O ponto de partida foi uma polêmica recente envolvendo a marca Havaianas, em que ouvintes e debatedores divergiram se a estética de uma peça publicitária teria sido um ato político deliberado ou mera coincidência.
Para o especialista, embora o subtexto possa sugerir intenção, muitas vezes o sucesso de vendas e o engajamento ocorrem de forma orgânica e por sorte da marca, aproveitando-se da memória curta do consumidor e da curiosidade gerada por figuras controversas ou conteúdos virais.

O programa explorou como o comportamento humano e o desejo de pertencimento impulsionam o consumo, mesmo diante de polêmicas ou figuras impopulares, como Nicolás Maduro ou celebridades do esporte.
Guilherme destacou que o marketing não é uma ciência exata e que, muitas vezes, produtos esgotam simplesmente porque as pessoas querem participar de uma tendência para gerar conteúdo em suas próprias redes sociais.
Exemplos como o uso de relógios Casio na série Stranger Things e acessórios de personagens de novelas da Globo foram citados para ilustrar como o merchandising molda o mercado e cria ícones de consumo quase instantâneos.
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