Consórcio deixa de ser compra parcelada e vira estratégia de multiplicação de patrimônio
Mano Dal Ponte recebeu Moisés Costa, proprietário da BenInvest Consórcios, no uMANOs Radio Show. Eles tiveram um debate sobre os desafios da economia brasileira e o potencial do consórcio como ferramenta de investimento.
O convidado destacou que, apesar do cenário de volatilidade e das sucessivas crises monetárias que o Brasil enfrentou desde a década de 80, o mercado doméstico desenvolveu uma resiliência única.
Segundo o especialista, a economia atual é movida por expectativa e confiança, e o setor de consórcios, que já sofreu com a falta de regulamentação no passado, hoje goza de segurança jurídica sob a fiscalização rigorosa do Banco Central.
Um dos pontos centrais da entrevista foi a desmistificação do consórcio, que deixou de ser apenas um meio para adquirir veículos e se tornou uma estratégia de alavancagem patrimonial. Moisés explicou que investidores têm utilizado o rendimento de aplicações financeiras para pagar parcelas de consórcios imobiliários, permitindo a aquisição de novos bens sem a necessidade de desmobilizar o capital principal.
Ele ressaltou que, enquanto o financiamento tradicional impõe taxas elevadas, um planejamento bem estruturado em grupos de consórcio pode resultar em custos significativamente menores, funcionando como uma alavanca para multiplicar o patrimônio a longo prazo.
Ao final do bloco, o consultor alertou os ouvintes sobre a importância de buscar assessorias qualificadas para evitar as armadilhas do mercado. Ele reforçou que o consórcio é um investimento conservador e seguro, desde que o cliente analise o histórico das administradoras e conte com uma estratégia de contemplação personalizada, fugindo das ofertas padronizadas das grandes instituições bancárias.
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