Centenário – Capítulo 76: Telefone

Centenário – Capítulo 76: Telefone

Você sabe como as pessoas que moravam em  Criciúma falavam ao telefone até os anos 1960? A primeira empresa telefônica cresciumense foi instalada em 1930 e era um posto da concessão de telefonia que o governo da República concedeu à família de Carlos Alberto Ganzo Fernandes, um espanhol que tinha seu domicílio em Porto Alegre.

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O primeiro serviço telefônico local foi instalado numa salinha de um prédio de propriedade do Sr. Abílio Paulo, na praça Nereu Ramos ao lado do antigo café São Paulo. Depois essa central foi levada para a travessa Seis de Janeiro, numa casinha em frente à residência do Senhor Júlio Gaidzinski.

Mais tarde, voltou para a praça Nereu Ramos, ocupando uma outra pequena sala do edificio Pilhinho, também de propriedade do Senhor Abílio Paulo. Cinquenta aparelhos telefônicos, todos movidos à manivela, conectavam com essa central uma alta tecnologia para a época. Esta era a “fantástica” rede telefônica. 

Caso os mais jovens ainda não saibam, pra falar entre si ou com telefones fora da cidade, o interessado tirava o aparelho do gancho, rodava a manivela e a telefonista atendia e fazia a conexão com o número desejado. Falar com Florianópolis, por exemplo, levava muitas vezes dois dias. Uma verdadeira ‘via crucis’ que só os mais privilegiados da antiga Criciúma tinham o privilégio de atravessar. 

Realização: Rádio 92 Rock Pop
Texto e produção: Manu Justino
Produção de vídeo: Igor Fontana

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Capítulo 076: Telefone

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