Centenário – Capítulo 31: Vigilantes Noturnos
Na década de 1950, com a intenção de deixar a cidade mais tranquila e segura, um grupo de pessoas fundou a Guarda dos Vigilantes Noturnos de Criciúma. Esta organização não era governamental, tinha sua própria autonomia e era gerida por um comitê que selecionava quem era apto para desempenhar a difícil função de garantir a paz pública durante a noite.
Os vigilantes usavam uniformes na cor azul escuro e carregavam apitos nas principais ruas da área urbana. O som dos apitos era comum durante toda a noite, e eles tinham uma espécie de código. Se um veículo estranho estacionasse por ali, ou um pedestre que passasse ou alguém que parecia suspeito, eles acionavam o apito, que ao ser soprado indicava ao guarda da rua seguinte a mensagem de alerta que eles queriam passar.
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Os salários desses vigilantes vinham da própria organização, que arrecadava dinheiro dos moradores das ruas onde os guardas faziam a vigilância. Em 11 de maio de 1958, aconteceu uma Assembleia Geral da Guarda de Vigilantes Noturnos de Criciúma para fazer a primeira prestação de contas do que foi arrecadado e gasto durante o ano. Além disso, escolheram a nova diretoria.
Apesar de a Guarda de Vigilantes Noturnos de Criciúma não ter acabado completamente com os roubos à noite nas residências, ela conseguiu quase eliminar o problema. As atividades se estenderam por alguns anos, mas hoje ela não existe mais.
Realização: Rádio 92 Rock Pop
Texto e produção: Manu Justino
Produção de vídeo: Igor Fontana
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Capítulo 031: Vigilantes Noturnos
Patrocinadores:
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– Digitusul
– Dr. Eduardo Martins

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