As eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo
Até a Copa do Mundo de 1998, as eliminatórias sul-americanas eram disputadas pelas 10 seleções divididas em grupos. Como ainda havia seleções que não tinham muita qualidade, gerava um desequilíbrio e as maiores na maioria das vezes se classificavam com facilidade.
Por isso a FIFA determinou que para o Mundial de 1998, que seria disputado na França, todas as seleções da América do Sul jogariam entre si em turno e returno por pontos corridos. As quatro primeiras garantiriam vaga direta e a quinta colocada disputaria a repescagem contra uma seleção da Oceania ou da Ásia ou mesmo da América do Norte e Central dependendo de um sorteio realizado pela entidade.
Ainda valia a regra de a campeã da Copa anterior não precisar jogar as eliminatórias, por isso a Seleção Brasileira, campeã em 1994, ficou de fora e as outras nove seleções disputaram vaga para o Mundial da França.
Nestas eliminatórias, nenhuma seleção sul-americana foi para a repescagem. Conseguiram vaga direta Argentina, Paraguai, Colômbia e Chile. O bicampeão Uruguai ficou apenas na sétima posição.
Somente a partir de 2002 é que a FIFA determinou que todas as seleções filiadas e inscritas para as eliminatórias teriam que entrar na disputa pela vaga, exceção feita por motivos óbvios à seleção anfitriã.







