Centenário – Capítulo 64: Escola Para Meninos e Escola Para Meninas

Centenário – Capítulo 64: Escola Para Meninos e Escola Para Meninas

A história da educação em Criciúma tem lá suas divergências — afinal, cada fonte conta um pedacinho diferente desse começo. Segundo o pesquisador Leoni Benedet, a primeira escola da cidade surgiu cerca de dez anos depois da chegada dos imigrantes italianos, tendo como professor o senhor Giovanni Thargheta.

Já o Livro do Tombo da Paróquia São José de Cresciúma registra outra versão: em 1900, teria sido criada a Escola de Meninos, pela Associação de Santo Antônio. As aulas começaram com dez alunos e o professor era G. Prossa Coccolo.

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Pouco tempo depois, em 1909, o Curato de Cresciúma viu nascer um colégio dirigido pelas Irmãs Apostólicas do Sagrado Coração, voltado à educação de meninas.

E em 1910, veio uma instituição que marcaria a história: a atual Escola Básica Irmã Edviges — a mais antiga da rede estadual. No início, as aulas aconteciam na casa de Augusta Zanette Milanez, que ensinava italiano para cerca de 15 crianças, todas filhas dos primeiros moradores do Morro da Cruz.

Os materiais? Uma verdadeira aula de criatividade: tinta feita de amaranto e canetas improvisadas com penas de peru, ganso ou pedacinhos de bambu. Em 1921, chegou o professor Manoel Ambrósio de Freitas, que passou a ensinar em português — e, assim, os filhos dos imigrantes começaram a escrever os primeiros capítulos da nossa Criciúma de hoje.

Realização: Rádio 92 Rock Pop
Texto e produção: Manu Justino
Produção de vídeo: Igor Fontana

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Capítulo 064: Escola Para Meninos e Escola Para Meninas

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