Quais os limites da cirurgia plástica?
Mano Dal Ponte recebeu Luciano Schütz, cirurgião plástico, no uMANOs Radio Show. Ele relembrou sua trajetória em Criciúma, onde se consolidou profissionalmente após iniciar a carreira médica em plantões de pronto-socorro.
Hoje, com 27 anos de atuação na área, tornou-se uma das principais referências do setor de cirurgia plástica em Santa Catarina, acumulando formação em grandes centros nacionais e influência de escolas consagradas da cirurgia plástica brasileira.
Durante a entrevista, o médico destacou a importância da qualificação técnica contínua e da ética profissional em um cenário marcado pelo crescimento de procedimentos estéticos realizados por profissionais sem a devida formação.

Luciano reforçou que cirurgia plástica deve ser feita exclusivamente por cirurgiões plásticos habilitados, alertando para os riscos da banalização dos procedimentos e da chamada criação de demanda impulsionada pelas redes sociais.
O cirurgião também abordou temas atuais como o impacto dos medicamentos para emagrecimento na rotina dos consultórios, explicando que, independentemente do método de perda de peso, o excesso de pele continua sendo uma demanda cirúrgica frequente.
Ao falar sobre próteses de silicone, o doutor esclareceu que não há necessidade de troca automática por tempo de uso, desde que não haja complicações, e classificou como infundada a ideia de uma onda médica para retirada preventiva dos implantes.
Para ele, a cirurgia plástica deve ser encarada como parte de um processo, nunca como solução mágica, e os melhores resultados são justamente aqueles que passam despercebidos, preservando a naturalidade e a identidade do paciente.
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