Máquinas podem ter consciência? Discussão aprofunda os limites entre homem e IA

Máquinas podem ter consciência? Discussão aprofunda os limites entre homem e IA

Dino Cardoso e Ale Koga receberam Michel Alisson, professor, João Júnior, CEO da Multiagents, e Rafael Rocha, especialista em inteligência artificial, no 100 OFENSAS. Eles tiveram uma discussão sobre como a IA tem desafiado as definições tradicionais de humanidade e pensamento.

Michel questionou se a digitalização da consciência poderia realmente replicar um indivíduo, concluindo que a essência humana reside na dúvida e na busca constante pelo porquê, elementos que ainda distinguem o homem das máquinas.

No campo prático, o empresário João apresentou uma visão colaborativa da tecnologia, rebatendo a ideia de que a IA é fria ou morta. Segundo o especialista, a qualidade da ferramenta depende da intenção de quem a cria, funcionando como um braço operacional que libera o ser humano de tarefas burocráticas e repetitivas, como o preenchimento de planilhas e a prospecção comercial. 

Ele destacou que, em vez de substituir pessoas, o objetivo é equipá-las com agentes digitais capazes de realizar milhares de atividades simultâneas, permitindo que os profissionais foquem no que é essencialmente humano: a estratégia e a tomada de decisão.

O encontro encerrou-se com uma reflexão sobre a necessidade de adaptação ao novo mercado de trabalho. Para os debatedores, o futuro não pertence apenas às máquinas, mas às equipes mistas, onde o humano que usa IA supera aquele que a ignora. 

Assista à entrevista completa no nosso canal do YouTube!

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