Há 20 anos o mundo perdia Johnny Cash

Há 20 anos o mundo perdia Johnny Cash

Nos deixava, no dia 12 de setembro de 2003, o místico e lendário cantor e compositor Johnny Cash, o “O Homem de Preto”, que para muitos era a personificação da música country.

Sua longinqua carreira começou nos anos 50, quando emplacou os primeiros sucessos com “Hey Porter” e “Cry Cry Cry”, em 1955.

Mas, sua carreira deslancha mesmo nos anos 60 – tanto que entre 1969 e 1971 teve seu próprio programa na TV em que contava com a participação de luxo de astros como Neil Young e Bob Dylan.

Os anos 70 não foram faceis para Cash, que viu sua popularidade diminuir e suas canções sem boas aceitações, assim como os anos 80, quando passou a trabalhar como ator.

A década de 90 foi bem diferente para o nosso Homem de Preto. Cash voltou a chamar atenção ao gravar álbuns de versões de artistas mais modernos. Lançando em 1994 o American Recordings, gravado e produzido pelo lendário Rick Rubin, recebeu aclamação quase universal da crítica. A revista Q considerou-o o disco mais sincero e ambicioso do ano.

Ironicamente, o álbum foi ignorado pelo meio country, mas ganhou um Grammy como o “Melhor Álbum Country”.

Em 1996, lançou Unchained, com canções do Soundgarden e participação especial do baixista Flea, do RHCP.

Em 15 de maio de 2003 morre a esposa June Carter, aos 73 anos, por conta de complicações após uma cirurgia no coração. Quatro meses depois, no dia 12 de setembro, Cash morreu por consequência de diabetes, aos 71 anos.

Morre o homem, fica a lenda!

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