Entre o ritual do vinil e a era digital: Caju reflete sobre música, mercado e resistência
Dino Cardoso e Ale Koga receberam Maurício Teixeira, mais conhecido como Caju, no 100 OFENSAS. Eles iniciaram o bate-papo falando sobre a cultura do vinil e a logística de colecionadores, que precisam transportar caixas pesadas e fazer o ritual de limpeza dos discos.
Na sequência, tiveram um debate aprofundado sobre a dificuldade em rotular gêneros e subgêneros dentro do universo do rock. A paixão pela mídia física, vista como uma tecnologia louca que resiste ao tempo em contraste com a fragilidade dos CDs, introduziu a temática da curadoria musical e da experiência do convidado.
As dificuldades do ofício, como manter o foco e a agilidade em meio a conversas com o público, contrastam com a necessidade de uma cabine de DJ como barreira protetora contra acidentes e interrupções, destacando a complexidade e o valor dessa forma de interação com a música.
A reflexão final trouxe à tona a questão de o rock ser mais do que música, mas também movimento cultural, como no caso do punk e do grunge. A necessidade das bandas de se tornarem empresas para sobreviverem, adaptando-se às tendências do mercado revela a tensão constante entre arte e mercantilização.
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