Derrota para o Caravaggio escancara problemas no Tigre

Derrota para o Caravaggio escancara problemas no Tigre

O Criciúma recebeu o Caravaggio na última quarta-feira, 12, pela nona rodada do Campeonato Catarinense e acabou sendo derrotado por 2 a 1. A noite que começou festiva pela disputa entre times de cidades vizinhas que não tem rivalidade, acabou sob vaias e gritos de “vergonha” por parte do torcedor carvoeiro.

A falta de profundidade no plantel do Tigre está amostra desde as rodadas iniciais, mas vem preocupando mais a medida que as rodadas vão se passando. A equipe sempre inicia a partida bem e a partir das mudanças efetuadas no decorrer do jogo abaixa o nível. Foram três jogos começando vencendo e tomando o empate ou a derrota no segundo tempo.

Diretor executivo de futebol do Tigre Juliano Camargo (Foto: Celso da Luz)

O maior exemplo disso é o meio-campo. É um dos setores mais forte do time, porém não tem substitutos a altura mesmo com o Tricolor tendo uma das maiores folhas do Campeonato Catarinense e dinheiro sobrando em caixa. Com isso, o técnico Zé Ricardo dificilmente faz mudanças nas posições centrais e quando fez não surtiu efeitos.

A parte mais crítica do elenco é o ataque, que perde muitos gols mesmo com muitas oportunidades. São oito atacantes no elenco, quatro contratados nessa temporada, e nenhum que tenha encantado os olhos mesmo do maior otimista torcedor do clube. Dois dos destaques ofensivos na melhor campanha da história do clube na Copinha foram emprestados sem teste em 2025.

Para finalizar a noite com chave de ouro, o diretor executivo do Criciúma, Juliano Camargo, afirmou que está tentando negociar a renovação do empréstimo do atacante Werik Popó, que não marca um gol em uma partida profissional desde 2022, até o fim da temporada.

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