Consórcio: de solução dos anos 60 ao instrumento de educação financeira do futuro
Mano Dal Ponte recebeu Moisés Costa, proprietário da BenInvest Consórcios, no uMANOs Radio Show. Eles debateram as previsões comerciais para 2026 e a situação do mercado financeiro brasileiro. O convidado descreveu o cenário atual com a metáfora de um “clima estranho”, onde não se sabe se fará sol ou chuva.
O consultor ressaltou que, por atender a diversos ramos, a BenInvest atua como um termômetro do mercado, identificando uma grande incerteza geral. No entanto, ele destacou que, em meio à crise, sempre surgem oportunidades para quem adota uma mentalidade positiva e proativa, vendo as dificuldades como degraus para o crescimento.
Moisés também abordou a história e a relevância do consórcio no Brasil, explicando que essa ferramenta nasceu de uma dificuldade do mercado automobilístico na década de 60, quando não havia financiamento bancário no país.
Ele argumentou que, embora não seja um investimento em sua essência, o consórcio se transforma em um investimento rentável quando a carta contemplada é gerida com conhecimento do mercado financeiro.
O especialista defendeu que o consórcio atua como um mecanismo de educação financeira, obrigando o cidadão a criar uma reserva de longo prazo, já que o brasileiro não consegue fazer nada se não tiver um boleto para pagar. Dessa forma, a parcela do consórcio funciona como uma poupança forçada e disciplinada, fundamental para uma cultura que não foi ensinada a guardar dinheiro.
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