As histórias que Criciúma nunca contou: Archimedes revela segredos do centenário
Mano Dal Ponte recebeu o historiador Archimedes Naspolini Filho, no uMANOs Radio Show. Ele lançou seu 24º livro no dia 1º de novembro, na Feira do Livro em Criciúma, intitulado “Criciúma assim como era no princípio e agora: A crônica do centenário”.
O processo de escrita começou com a produção de crônicas diárias para a Rádio Cidade e culminou na compilação e fusão desses textos por temas, em vez de publicá-los sequencialmente. O livro aborda quatro pilares fundamentais para a emancipação de Criciúma: as primeiras eleições, a descoberta e exploração do carvão, a ferrovia Tereza Cristina e a igreja.

Um dos grandes méritos do novo livro é a revelação de histórias nunca antes contadas ou a correção de equívocos históricos. Archimedes desmente, por exemplo, a versão popular de que os imigrantes italianos chegaram e não encontraram nada além de mato. Ele afirma, com base em contratos de colonização, que havia a obrigação de dar infraestrutura, incluindo casas, animais e utensílios.
O autor enfatiza que o carvão foi o fator crucial para o desenvolvimento e emancipação de Criciúma. Apesar do progresso, ele expressou preocupação com o futuro da cidade, citando a estagnação do desenvolvimento regional em comparação com o litoral norte de Santa Catarina. O historiador aponta o Morro dos Cavalos como o principal gargalo que impede a expansão econômica e o investimento de grandes empresas na região.
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