Os desafios do mercado automotivo e o impacto das marcas chinesas
Dino Cardoso e Marcão Gaúcho receberam Adriano José, proprietário da Chú Peças, e Patrício, da Patrício Auto Center, no Turbo 92. Eles destacaram a expectativa para o retorno do Salão do Automóvel, que vai acontecer novamente em 2025.
A conversa abordou a mudança de formato do evento, que será mais focado na exposição e experiência e menos na comercialização direta no estande, sendo o custo de participação um dos fatores para a ausência de grandes montadoras tradicionais.
A presença de novas marcas e a ênfase em tecnologias de eletrificação refletem as transformações globais do mercado, com a entrada de fabricantes chinesas como GWM e BYD.
Um dos pontos centrais do debate foi o mercado de veículos elétricos e híbridos no Brasil, onde as marcas chinesas têm encontrado um quintal para desovar sua produção, dada a dificuldade de penetração nos mercados americano e europeu.
Os participantes criticaram o alto custo dos carros elétricos de entrada no país, que impede a popularização da tecnologia, e o consequente baixo valor de revenda no mercado de seminovos. A avaliação é que o carro elétrico, para ser viável para o consumidor de classe média, precisaria custar menos, funcionando como um segundo carro.
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